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Números sobre o mercado de trabalho continuam negativos

Rendimento médio da população caiu em 1,3% em relação ao primeiro trimestre do ano.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na quarta-feira, dia 31 de julho, novos dados sobre o mercado de trabalho no Brasil. Os dados fazem parte de uma série histórica iniciada em 2012.

Os números mostram que a taxa de desemprego, que nos três primeiros meses do ano era de 12,4%, neste segundo trimestre caiu para 12%.

Apesar de o número de trabalhadores com carteira assinada ter crescido, o número de trabalhadores informais também aumentou em 1,6%. Com isso, o rendimento da população caiu. Neste segundo trimestre no ano, o rendimento médio ficou em R$ 2.290, cerca de 1,3% a menos em relação ao trimestre anterior.

Os dados também continuam negativos para a população subocupada, que são os trabalhadores disponíveis e que precisam trabalhar mais horas por dia, mas não conseguem, e para os que trabalham por conta própria, que são os que sobrevivem com por meio de bicos.

A população subocupada atingiu 7,4 milhões de pessoas, um aumento de 8,7% em relação ao trimestre anterior e de 13,8% em relação ao mesmo período de 2018.

Já o número de trabalhadores que sobrevivem de bicos atingiu a marca de 24,1 milhões de brasileiros, 1,6% a mais em relação ao trimestre anterior e 5% a mais em relação ao mesmo período de 2018.

Subutilização
Neste segundo trimestre do ano, a subutilização, como são denominados os trabalhadores desocupados, subocupados, desalentados e uma parcela que não consegue procurar trabalho por motivos diversos, atingiu 24,8 milhões de pessoas.

No mesmo período do ano passado, esse número era de 24,5 milhões de pessoas. Entre essas pessoas, 12,8 milhões estavam procurando emprego e 4,9 milhões estavam desalentadas, que são as pessoas que desistiram de procurar trabalho e, por isso, saíram das estatísticas do desemprego. Este último número se manteve igual. 

Sem carteira
O número de trabalhadores sem carteira assinada chegou a 11,5 milhões de empregados, um aumento de 3,4% na comparação com o trimestre anterior. Já os com carteira assinada totalizou 33,2 milhões de trabalhadores, um aumento de 0,9% em relação ao trimestre anterior.

Fonte: Imprensa Seeb Blumenau / Foto: banco de imagens | 01/08/2019
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