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Demissão: prestes a se aposentar, Gilberto foi demitido pelo Bradesco

Seeb protesta contra as demissões no Bradesco em Blumenau e promove ação social

Para cada trabalhador que perdeu o sustento da sua família será doada uma cesta básica para entidades assistenciais da cidade.

Em plena pandemia lucro pouco é bobagem. Lucros bilionários, diga-se de passagem. Os bancos nunca perdem. Aliás, perdem sim: a chance de fazer do mundo um lugar mais acolhedor. Que o digam os trabalhadores e trabalhadoras demitidos na maior crise e de maior negligência da saúde em nosso tempo. 

Na propaganda do banco “tudo é divino maravilhoso”, como diria Caetano. No dia a dia, entretanto, dentro de uma agência bancária a realidade é outra: bater metas em cima de metas, muitas abusivas, assédio moral, adoecimento, desrespeito à jornada de trabalho, entre outros. 

No Bradesco, “o trabalhador que produziu um lucro de mais de 12 bilhões somente neste ano, com pandemia e tudo o mais, colocando em risco a sua família, está sendo comparado à “mato alto e que precisa ser cortado”, conforme desrespeitosamente declarou o presidente do banco, Octávio de Lázari, em teleconferência a analistas no final de outubro”, protesta indignado Edson Heemann, presidente do Sindicato dos Bancários de Blumenau e Região.

Em meio ao caos e esse exemplo de desumanidade da maior instituição financeira de capital aberto da América Latina, o Sindicato dos Bancários promove, hoje, em frente ao Bradesco na Rua XV de Novembro, um ato diferente. Quem passar pela redondeza verá várias cestas básicas expostas em frente ao banco. 

“Esse protesto é a nossa forma de mostrar que quem lucra tanto em cima da sociedade deveria dar o exemplo e preservar os empregos, honrando com o compromisso que o Bradesco assumiu no início do ano, de não demitir trabalhadores durante a pandemia, segundo fala do presidente do Bradesco, em abril, também por teleconferência. São 26 cestas, uma para cada trabalhador demitido, isto somente no mês de outubro em Blumenau e região”, acrescenta Edson Heemann.

Hoje, o Sindicato não fechará a agência e não impedirá ninguém de entrar no banco. “Estamos em frente a agência em protesto e solidariedade aos bancários demitidos, e dispostos a conversar com a população e clientes para esclarecer à sociedade sobre as demissões e a verdadeira realidade dos seus comerciais futuristas, que infelizmente não aparecem aos olhos de quem assiste”, Finaliza Edson. 


 

Fonte: SEEB Blumenau e Região | 12/11/2020
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